Porque neste fim de semana a saudade me bateu à porta, fui visitar a maior delas todas, o meu pai...
Foi ele quem me ensinou a lutar e nunca desistir. Que me ensinou a enfrentar os medos em vez de fugir deles ou fingir que estes não existem. Ele foi a pessoa mais forte que já conheci. Uma força enorme que fazia com que os que o rodeavam se sentissem fortes e protegidos também....
Ele sabia sempre o que fazer e tinha sempre o melhor dos conselhos...
2010/08/08
2010/08/02
Julho de 2010
Uma data a recordar. Porque tudo me aconteceu neste mês. Porque levei porrada de todos os lados e a todos os níveis. Laboral, sentimental, financeiro, consciência… tudo!
No fundo sou eu o culpado. Gosto de brincar e dizer que este foi um mês azarado. Brinco quando digo que me lançaram um mau olhado. Brinco quando digo que fui alvo de uma macumba.
O culpado sou eu.
Sou culpado porque me deslumbrei com o destino. Estava quieto no meu canto, aparecem-me com aquilo que eu sempre considerei o trabalho ideal e o meu primeiro pensamento é – “Só pode ser o destino, vou ter que aceitar. Caso contrário deitarei fora a hipótese da minha vida.”. Porque razão não pensei eu – “Quando a esmola é grande….”. Fácil e com uma só denominação – Patinho ou, num termo mais familiar, tenrinho.
Sou culpado porque me deixei levar. Decidi entregar-me sem medir os riscos do cair. Assim se reaprende que no reino do amor, o que hoje é verdade, rapidamente passa a mentira.
Sou culpado porque ignorei riscos, não medi consequências e deixei-me levar pela boa sensação que aquele festival (FMM) me proporcionava.
Agora venha Agosto, como alguém me disse, só pode ser melhor. Tiraram-se lições, continua-se com a mesma frontalidade e, pelo menos um dos erros, pode ser resolvido. O laboral! Não desisto e sairei mais forte e melhor direccionado. Talvez cada vez mais seco, mais altivo(como alguém disse), mais frio e duro mas, são circunstâncias da vida, e as defesas vão-se aprimorando. Quem me conhece sabe o que sou. Quem me quiser conhecer terá que se esforçar.
Sei é que não vou desistir daquilo que quero para a minha vida, até porque sei que não é assim tanto.
Lembrei-me de um quarto erro, voltar a fumar. Foi um erro necessário e que rapidamente será resolvido. A estabilidade voltará a reinar porque me recuso a baixar os braços.
Está marcada a efeméride. Viva Julho 2010 um mês mau! Mas também já tive piores…
No fundo sou eu o culpado. Gosto de brincar e dizer que este foi um mês azarado. Brinco quando digo que me lançaram um mau olhado. Brinco quando digo que fui alvo de uma macumba.
O culpado sou eu.
Sou culpado porque me deslumbrei com o destino. Estava quieto no meu canto, aparecem-me com aquilo que eu sempre considerei o trabalho ideal e o meu primeiro pensamento é – “Só pode ser o destino, vou ter que aceitar. Caso contrário deitarei fora a hipótese da minha vida.”. Porque razão não pensei eu – “Quando a esmola é grande….”. Fácil e com uma só denominação – Patinho ou, num termo mais familiar, tenrinho.
Sou culpado porque me deixei levar. Decidi entregar-me sem medir os riscos do cair. Assim se reaprende que no reino do amor, o que hoje é verdade, rapidamente passa a mentira.
Sou culpado porque ignorei riscos, não medi consequências e deixei-me levar pela boa sensação que aquele festival (FMM) me proporcionava.
Agora venha Agosto, como alguém me disse, só pode ser melhor. Tiraram-se lições, continua-se com a mesma frontalidade e, pelo menos um dos erros, pode ser resolvido. O laboral! Não desisto e sairei mais forte e melhor direccionado. Talvez cada vez mais seco, mais altivo(como alguém disse), mais frio e duro mas, são circunstâncias da vida, e as defesas vão-se aprimorando. Quem me conhece sabe o que sou. Quem me quiser conhecer terá que se esforçar.
Sei é que não vou desistir daquilo que quero para a minha vida, até porque sei que não é assim tanto.
Lembrei-me de um quarto erro, voltar a fumar. Foi um erro necessário e que rapidamente será resolvido. A estabilidade voltará a reinar porque me recuso a baixar os braços.
Está marcada a efeméride. Viva Julho 2010 um mês mau! Mas também já tive piores…
2010/07/16
One day, not so far away...
Life is simple...

we just love to make it harder...

Who should smile?
Eu sei que estou a exagerar... e é no equilíbrio entre estes dois mundos que está a virtude. Mas não vou estrangular-me com a gravata até aos 70 anos para depois começar a viver(isto se até lá não aumentarem a idade da reforma para os 80) ;)
Não inventem desculpas que me levem para o stress porque eu não gosto.
Tragam-me a paz interior, o tempo, o aconchego, o abraço, as boas e a eterna companhia.
Há que ter o feeling, saber quando se chega a este cruzamento e saber escolher :)
Quem manda em mim sou eu!

we just love to make it harder...

Who should smile?
Eu sei que estou a exagerar... e é no equilíbrio entre estes dois mundos que está a virtude. Mas não vou estrangular-me com a gravata até aos 70 anos para depois começar a viver(isto se até lá não aumentarem a idade da reforma para os 80) ;)
Não inventem desculpas que me levem para o stress porque eu não gosto.
Tragam-me a paz interior, o tempo, o aconchego, o abraço, as boas e a eterna companhia.
Há que ter o feeling, saber quando se chega a este cruzamento e saber escolher :)
Quem manda em mim sou eu!
2010/07/14
Óhh faxavor! Dê-me aí dez euros de felicidade e 5 de realização pessoal que a vida está difícil
- Diz? Não te ouço! Berra! Berra com toda a tua força. Berrar faz bem, acalma a mente e cansa o corpo. Fala! Diz o que te apoquenta. Mostra-te! Impõe-te e mostra que não és mais um acomodado.
- Reclamo do que não aceito! Luto por aquilo que acredito! Deixo e largo o que quer fugir! Não espezinho! Não massacro! Não como e não alinho em actos de canibalismo! Não entro em esquemas! Não sigo o carreiro! Há muito larguei as palas que só me deixavam ver para um lado! Estou atento… sempre! Observo! Escuto! Olho! E paro… para quem merece que pare. Caramba… isto está cheio de cegos e de gente que não quer ver…
- Se calhar vêem mais do que tu… vêem só aquilo que lhe permite sobreviver. Vêem apenas o suficiente para não terem que se questionar...
- Se calhar… e por isso sobrevivem enquanto eu me estrafego. Merda para os canibais… comem tudo… comem-se uns aos outros… comem-me a mim.
- Pois é meu caro! É a selecção natural…
- E no final? Serão felizes os que sobrarem? Sentir-se-ão realizados?
- Não sei. Acho que não.... Mas isso hoje em dia vale alguma coisa?
- Reclamo do que não aceito! Luto por aquilo que acredito! Deixo e largo o que quer fugir! Não espezinho! Não massacro! Não como e não alinho em actos de canibalismo! Não entro em esquemas! Não sigo o carreiro! Há muito larguei as palas que só me deixavam ver para um lado! Estou atento… sempre! Observo! Escuto! Olho! E paro… para quem merece que pare. Caramba… isto está cheio de cegos e de gente que não quer ver…
- Se calhar vêem mais do que tu… vêem só aquilo que lhe permite sobreviver. Vêem apenas o suficiente para não terem que se questionar...
- Se calhar… e por isso sobrevivem enquanto eu me estrafego. Merda para os canibais… comem tudo… comem-se uns aos outros… comem-me a mim.
- Pois é meu caro! É a selecção natural…
- E no final? Serão felizes os que sobrarem? Sentir-se-ão realizados?
- Não sei. Acho que não.... Mas isso hoje em dia vale alguma coisa?
2010/07/12
Uma Porra...
Não sei se resignado, acomodado, cansado, farto ou perdido. Momentos cíclicos, pensamentos redundantes. Impotência misturada com uma enorme vontade de agir. Venha o encosto, o travesseiro e a escrita. Venha a vontade de mudar, a vontade de lutar. Desta vez não vou esperar pelo vento, vou puxar dos remos… venha a força. Venha o fogo. O calor. A neura. Eu vou tentar não me irritar…
Hoje não dá! Estou fraco! Cansado! Desorientado… e pergunto-me, serei assim tão exigente?
Hoje não dá! Estou fraco! Cansado! Desorientado… e pergunto-me, serei assim tão exigente?
2010/06/08
Não o mato, adormeço-o...
Este texto só vem confirmar aquilo que há muito estava anunciado. O fim deste blog. Não é com agrado ou satisfação que o fecho. Fecho-o simplesmente porque tem que ser.
Tudo tem um ciclo e o meu para com este blog está terminado. Só eu sei o quão ele foi importante para mim. Reconstruiu-me e foi muita vez a voz que chegava aos meus amigos. Foi pessoal e bastante introspectivo mas, era assim que tinha que ser.
De momento sinto a mente limpa . O corpo pede-me outras guerras. Preciso de aliviar a força que se começa a avolumar. Preciso opinar! Preciso de outras guerras. De uma outra identidade que não a deste blog.
Assim começava o texto que ditaria o fim deste blog. Mas já não o vou matar. Quero continuar a escrever nele. Não sei com que frequência. Não sei com que vontade. Só sei que será aquele pedaço anónimo de mim que viajará pela Web. Um blog sem filtros ou mascaras.
Todo o ser é louco e talvez a minha loucura seja a de considerar este blog uma companhia. Sei quem o lê(lia) e por isso acaba por ser um canal. Aquele sítio onde posso berrar, ser simpático, sensível(como diria alguém...), bruto ou parvo sem que eu esteja a pensar sobre o que os outros irão pensar.
Vocês, se é que ainda visitam este blog, acabarão por se esquecer dele. Eu próprio me esquecerei dele. Terei para com ele uma relação egoísta. Ele está cá para quando eu precisar. Não é obrigação, nem para mim nem para quem o seguia. Será uma visita esporádica. Uma daquelas lembranças, de quem está a olhar para o Google e se pergunta o que há-de visitar. Será somente isso. Uma lembrança. Um escape de desassossego para quando este me bater à porta. Uma voz do meu ser e do meu sentir. Uma companhia. Uma fuga. Um desabafo.
Quero, no entanto, destacar a existência de outro blog. Um blog que será do conhecimento público e onde “cagarei” (um termo muito bem empregue) postas bem cozidas (temperadas e arranjadas). Um blog com um eu mais polido e trabalhado. Um eu disfarçado, mascarado, filtrado e, no entanto, um eu assumido e assinado. Em suma, um eu mais falso mas com a mesma vontade de reclamar. A ver vamos para onde é que aquilo vai parar! Até eu estou curioso.
Fico desta forma com dois canais. Um para quando me apetecer berrar com o mundo, outro para quando me apetecer ser mais intimista.
Tudo tem um ciclo e o meu para com este blog está terminado. Só eu sei o quão ele foi importante para mim. Reconstruiu-me e foi muita vez a voz que chegava aos meus amigos. Foi pessoal e bastante introspectivo mas, era assim que tinha que ser.
De momento sinto a mente limpa . O corpo pede-me outras guerras. Preciso de aliviar a força que se começa a avolumar. Preciso opinar! Preciso de outras guerras. De uma outra identidade que não a deste blog.
Assim começava o texto que ditaria o fim deste blog. Mas já não o vou matar. Quero continuar a escrever nele. Não sei com que frequência. Não sei com que vontade. Só sei que será aquele pedaço anónimo de mim que viajará pela Web. Um blog sem filtros ou mascaras.
Todo o ser é louco e talvez a minha loucura seja a de considerar este blog uma companhia. Sei quem o lê(lia) e por isso acaba por ser um canal. Aquele sítio onde posso berrar, ser simpático, sensível(como diria alguém...), bruto ou parvo sem que eu esteja a pensar sobre o que os outros irão pensar.
Vocês, se é que ainda visitam este blog, acabarão por se esquecer dele. Eu próprio me esquecerei dele. Terei para com ele uma relação egoísta. Ele está cá para quando eu precisar. Não é obrigação, nem para mim nem para quem o seguia. Será uma visita esporádica. Uma daquelas lembranças, de quem está a olhar para o Google e se pergunta o que há-de visitar. Será somente isso. Uma lembrança. Um escape de desassossego para quando este me bater à porta. Uma voz do meu ser e do meu sentir. Uma companhia. Uma fuga. Um desabafo.
Quero, no entanto, destacar a existência de outro blog. Um blog que será do conhecimento público e onde “cagarei” (um termo muito bem empregue) postas bem cozidas (temperadas e arranjadas). Um blog com um eu mais polido e trabalhado. Um eu disfarçado, mascarado, filtrado e, no entanto, um eu assumido e assinado. Em suma, um eu mais falso mas com a mesma vontade de reclamar. A ver vamos para onde é que aquilo vai parar! Até eu estou curioso.
Fico desta forma com dois canais. Um para quando me apetecer berrar com o mundo, outro para quando me apetecer ser mais intimista.
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